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Pensamento positivo aumenta tempo de vida

5 JUL 2017


No passado dia 4 de Julho de 2017, decorreu no Instituto CRIAP o Seminário de Psicologia do Medo, com o Professor Doutor José Pinto da Costa. No decorrer deste evento, o professor  afirmou que "Os pensamentos positivos têm a capacidade de aumentar a esperança de vida de quem os tem. Isto porque libertam substâncias químicas que estimulam a sobrevivência das células."

 

O Jornal de Notícias fez cobertura deste evento, com uma notícia onde resume algumas das conclusões do Diretor Científico do Instituto CRIAP. 

 

Fotografia do Seminário de Psicologia do Medo, nas instalações do Porto do Instituto CRIAP

 

Leia aqui o excerto desse artigo:

 

Os pensamentos positivos têm a capacidade de aumentar a esperança de vida de quem os tem. Isto porque libertam substâncias químicas que estimulam a sobrevivência das células. Afirmação referida pelo Professor Doutor J. Pinto da Costa no decorrer do Seminário de Psicologia do Medo a 4 de julho no Instituto CRIAP.

 

A conclusão foi partilhada, esta terça-feira, pelo investigador José Pinto da Costa, numa sessão sobre a psicologia do medo, que decorreu no Porto.

O professor catedrático e médico legista explicou que em causa está “a harmonia biológica dá funcionalidade cerebral” e que “os aspetos que são positivos libertam determinadas substâncias químicas que aumentam a capacidade de sobrevivência das células”.

 

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 Fotografia retirada do artigo publicado no Jornal de Notícias

 

“Quando estamos com prazer temos um aumento de libertação da dopamina. Portanto queremos repetir o mesmo comportamento para termos dopamina que vai dar prazer. Numa harmonia, isso leva a que a probabilidade de lesão das várias estruturas da célula diminui”, disse.

Por isso, acrescentou, o pensamento positivo “leva a uma sobrevivência maior” que vai até “sete anos e meio”.

 

Experiência do medo aumenta capacidade de sobrevivência.

 

O investigador afirmou ainda que “as pessoas que já experienciaram situações de medo e que conseguiram resolvê-las têm capacidade de sobrevivência maior”. O fenómeno deve-se à “capacidade para ultrapassar o medo”.

José Pinto da Costa lamentou que “exista muito preconceito contra o medo e contra as pessoas com medo”.

“Não se integra as pessoas na sua circunstância. As pessoas, às vezes, têm medos exagerados por uma questão de aprendizagem. Os primeiros dois anos (de vida) são cruciais para o desenvolvimento da estruturação da personalidade e, se calhar, foram os pais e a sociedade que lhes incutiu a estruturação de futuros medos”, afirmou.

 

Veja o artigo original

Fonte: Jornal de Notícias

 

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