INTRODUÇÃO AO CIBERCRIME
- Apresentação da plataforma colaborativa de aprendizagem
- Sessão de abertura
- Espaços de atuação
- Cibercrime
- Cibersegurança
- Ciberdefesa
- Ciberterrorismo
- Ligação entre conceitos
- Abertura conceptual e tecnóloga;
DIREITO NACIONAL E INTERNACIONAL DO CIBERCRIME
- Sessão de acompanhamento
- Fontes do direito nacional e internacional
- Legislação portuguesa
- Resumo da legislação especial: os casos do “RGPDP”, PSD2 e da “Diretiva NIS"
- Limitações legais e autotutela
- Vantagens da queixa-crime e coparticipação criminal;
PROFILING CRIMINAL
- A história da técnica de profiling
- Terminologia aplicada
- Diferentes abordagens para a elaboração de um perfil
- Aplicabilidade na investigação criminal
- Estruturação e desenvolvimento do perfil criminal;
INVESTIGAÇÃO DO CIBERCRIME
- a) Modus operandi e gíria criminal
- Conflito e interdependência (guerra, conflito armado, crime)
- Interdependência e complexidade
- b) Princípios gerais da segurança da informação
- Segurança da informação: tecnologias, processos e pessoas
- Os fatores de prevenção
- A prova digital e a informação digital: conceitos e metodologias de investigação;
INFORMÁTICA FORENSE
- Sessão de acompanhamento
- Princípios estruturantes
- Enquadramento
- Técnicas
- Mudança de paradigma
- Perito e perícias
- Fontes abertas;
ANÁLISE E GESTÃO DO CIBERRISCO
- Introdução aos conceitos e ao processo de gestão de risco
- Introdução à resposta a incidentes de segurança de informação
- Fases de preparação, deteção e contenção dos incidentes
- Resposta a incidentes de segurança de informação
- Colaboração entre entidades;
ANÁLISE SITUACIONAL E “CYBERINTELL”
- Do meio ambiente em redor do perímetro de segurança
- Da informação à “intelligence”
- Informações;
CERTS E MITIGAÇÃO DE CIBERINCIDENTES
- Boas práticas e adoção de standards na resposta
- Gestão de incidentes
- Aplicação de frameworks nas organizações
- Fases de resolução, recuperação e acompanhamentos dos incidentes e seus indicadores (IOC’s)
- A obtenção de prova digital;
ANÁLISE DE CASOS PRÁTICOS
- Discussão de casos práticos
- Revisão e consolidação de conteúdos
- Sessão de encerramento;
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA
- Declaração comprovativa de dados de identificação (clique aqui)
- Fotografia
- Certificado de habilitações
- Questionário motivacional (clique aqui)
- Comprovativo de morada do próprio e/ou familiar
- Comprovativo de pagamento da taxa de inscrição
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
- Análise curricular
- Questionário motivacional
- Ordem de chegada das candidaturas (a candidatura só é válida após o pagamento da inscrição)
INFORMAÇÕES DE CANDIDATURA E-MAIL
info@criap.com TEL +351 225 026 201
TELM +351 918 081 537
CONDIÇÕES DE CANDIDATURA
a) A data limite das fases de candidatura poderá ser antecipada em caso de se verificar o preenchimento do limite de vagas existentes.
b) Na eventualidade de não atingir o número mínimo de participantes, a formação poderá sofrer alteração de datas ou mesmo ser cancelada, ficando salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
c) Em caso de desistência só haverá lugar à devolução dos valores pagos quando a mesma for comunicada até 10 dias antes da data agendada para o início da formação. Ao valor a devolver será deduzido o montante respeitante a encargos financeiros suportados pelo Instituto CRIAP, nomeadamente: 5% do valor pago pelo candidato/formando quando o pagamento é feito por paypal; 1.50€ nas outras situações.
d) Da alínea anterior excluem-se as formações “confirmadas“: se o candidato desistir depois da formação ser dada como confirmada, não haverá lugar à restituição dos valores pagos.
e) Caso a candidatura não seja selecionada fica salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
f) O local de formação poderá estar sujeito a alterações por indisponibilidade do mesmo, mantendo-se sempre na mesma localidade.
g) As datas de formação são suscetíveis a alterações por imprevistos de força maior.
h) O Seguro escolar encontra-se incluído no valor da propina, em todas as especializações avançadas e cursos de longa duração presenciais e b-learning.
i) O processo de seleção de candidatos não previstos nos destinatários poderá incluir uma entrevista individual com a Coordenação Pedagógica e Científica da ação de formação. Os profissionais com interesse nas Pós-graduações ou Especializações avançadas do Instituto CRIAP que não sejam detentores do grau de licenciatura poderão candidatar-se às mesmas, contudo a sua certificação confere o grau de Curso de Especialização.
j) Cada formação é um serviço indivisível, pelo que a inscrição em qualquer formação implica a aquisição do serviço completo. Assim, a formação tem obrigatoriamente que ser liquidada pelo seu valor total. O pagamento em prestações destina-se unicamente a facilitar o pagamento do serviço a quem não tenha disponibilidade financeira para o liquidar integralmente de uma só vez.
Áreas de Interesse
CERTIFICAÇÃO | ACREDITAÇÃO | RECONHECIMENTO
PROSSEGUIMENTO DE ESTUDOS
Nos termos do disposto no artigo 45.º do Decreto-Lei n.º74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º107/2008, de 25 de Junho e, tendo em vista o prosseguimento de estudos para a obtenção de grau académico (Mestrado ou Doutoramento), os estabelecimentos de ensino superior poderão creditar ECTS. ...ler mais
DESTINATÁRIOS
A Especialização Avançada em Cibercrime e Cibersegurança destina-se a profissionais das áreas da Engenharia Informática e de Telecomunicações, Ciências Forenses, Direito, Relações Internacionais e áreas afins, bem como a finalistas de Doutoramento, de Mestrado, de Licenciatura, de Pós-Graduação, de Especialização ou MBA, nas áreas referidas.
OBJETIVOS GERAIS
A Especialização Avançada em Cibercrime e Cibersegurança visa:
- Enquadrar os modelos de análise situacional e os riscos em sistemas e redes;
- Identificar as principais políticas ao nível das boas práticas, criminais e administrativas, europeias e nacionais, de cibersegurança;
- Perceber o cibercrime, os ‘modi operandi’, e o direito criminal nacional relevante e aplicável;
- Perceber e identificar a principal legislação nacional de cibersegurança e as suas fontes externas;;
- Compreender os princípios estruturantes da intervenção forense digital;
- Promover o conhecimento integrado e visão holística do que constitui a cibersegurança;
- Perceber e implementar políticas e processos organizacionais para mitigação de incidentes;
- Conhecer a situação geopolítica da cibersegurança.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Na Formação em Cibercrime e Cibersegurança o aluno deve:
- Caracterizar os aspetos legais da intervenção forense digital e da cibercriminalidade nacional e internacional;
- Identificar as fontes de legislação, os problemas e limites de aplicação da lei;
- Interpretar e relacionar a gíria criminal, os modi operandi e o direito criminal aplicável;
- Conhecer as condições de aplicabilidade da autodefesa;
- Identificar os vetores de ataque e risco para a segurança da informação;
- Elaborar uma política mínima de resposta a ciberataques;
- Desenhar um protocolo de resposta a incidentes, incluindo a gestão de crises;
- Identificar o perfil e as condicionantes psicológicas de base a alguns tipos de cibercrime (máxime, abuso sexual de crianças, ‘hacking’, ciberterrorismo);
- Perceber os princípios gerais e as condições particulares de atuação da informática forense.
METODOLOGIA DE ENSINO
No Curos em Cibercrime e Cibersegurança requer:
- Computador funcional equipado com placa de som, auscultadores com microfone, webcam e ligação à Internet.
- Browser: Google Chrome ou Mozilla Firefox;
A metodologia de ensino assentará em apresentações com recurso a suporte audiovisual, visualização e análise crítica de vídeos, exploração de textos de apoio e manuais, entre outros;
METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Assistência e participação mínima obrigatória a 75% da duração das sessões síncronas;
Avaliação contínua (10%);
Execução de atividades (20%);
Avaliação sumativa modular (70%).
CERTIFICADO DE CONCLUSÃO
Todos os formandos que atinjam os objetivos pedagógicos definidos para a conclusão com aproveitamento, da especialização que frequentaram, obterão dois certificados de conclusão:
- O Certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP e o Certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO (Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa), em conformidade com a Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho.
O certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP, é um certificado digital e será disponíbilizado na Plataforma Moodle para download. O certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO, é emitido em formato papel, e será posteriormente, enviado via CTT – Correios de Portugal, para a morada de inscrição ou outra a definir pelo formando.
SAÍDAS PROFISSIONAIS
Com a Formação em Cibercrime e Cibersegurança o aluno pode pode integrar:
- Técnicos de segurança informática;
- Relações públicas especializados;
- Engenharia e segurança da informação;
- Gestores de conhecimento, de mudança e de informação;
- Juristas que procurem especialização em cibercrime.
AS VANTAGENS DE UMA ESPECIALIZAÇÃO AVANÇADA
Ao abrigo do cumprimento do Decreto-Lei n.º 65/2018, o Instituto CRIAP adotou o termo de "Especialização Avançada" em todas as suas formações de longa duração, em substituição da designação da "formação pós-graduada" ou "pós-graduação", com o grande objetivo de ir ao encontro das necessidades atuais do mercado de trabalho. Pese embora se mantenha o mesmo programa curricular, o mesmo corpo docente e a máxima qualidade com os mais altos padrões de rigor e competência, pretende-se ainda criar ainda um maior enfoque na componente prática (o saber fazer).
Esta alteração de denominação mantem o igual reconhecimento de ECT’s na nossa oferta formativa e constitui uma valorização curricular na admissão a concursos públicos e privados.
DESCRIÇÃO DA FORMAÇÃO
A Especialização Avançada em Cibercrime e Cibersegurança aproxima o destinatário da formação de outros ramos do conhecimento, como a análise de informação criminal e a ‘competitive intelligence’.
O espaço virtual, fruto das tecnologias de informação, processamento e comunicação (TIPC) impôs-se e assumiu uma importância social, económica e política, permitindo um relacionamento com os espaços sociais tradicionais de tal forma que os tornou altamente interdependentes, e por isso, complexos. Ao escolher esta formação irá compreender os fundamentos da segurança da informação e do cibercrime, alargando as competências técnicas, através do acesso a informação especializada, tal como a informática forense.
Esta formação é uma mais valia ao nível curricular para finalistas, de Mestrado, de licenciatura, de Pós-Graduação, de Especialização e MBA no âmbito do prosseguimento de estudos e inserção de mercado de trabalho.