Especialização Avançada Gestão de Instituições e Associações de Economia Social

Nos termos do disposto no artigo 45.º do Decreto-Lei n.º74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º107/2008, de 25 de Junho e, tendo em vista o prosseguimento de estudos para a obtenção de grau académico (Mestrado ou Doutoramento), os estabelecimentos de ensino superior poderão creditar ECTS. ...ler mais
DESTINATÁRIOSA Especialização Avançada em Gestão de Instituições e Associações de Economia Social destina-se a profissionais e estudantes universitários, a frequentar o último ano de licenciatura e/ou mestrado integrado, em ciências humanas e sociais (serviço social, psicologia, sociologia, educação social, direito, e outros). Destina-se igualmente a dirigentes associativos, diretores técnicos, coordenadores de serviço que desempenham ou pretendam vir a desempenhar funções de gestões em instituições de economia social.
OBJETIVOS GERAIS- Dotar as organizações de ferramentas, métodos e técnicas capazes de suportar o desenvolvimento de conhecimentos de gestão no âmbito da economia social. Permitindo, desta forma, que as organizações se tornem detentoras de competências específicas que lhes permitam melhorar a qualidade dos seus serviços.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Identificar e caracterizar as várias instituições que compõem a economia social;
- Fomentar uma gestão apoiada no conceito de desenvolvimento sustentável;
- Conhecer, compreender e implementar instrumentos de gestão de recursos humanos;
- Adquirir noções relativas à aplicação do sistema de normalização contabilística;
- Compreender a legislação desta área usando-a como uma ferramenta de gestão;
- Promover a organização interna da instituição projetando a sua imagem para o exterior.
Computador funcional equipado com placa de som, microfone, colunas de som e com ligação à internet
Sala com boa luminosidade, ventilação, temperatura e isolada de ruídos perturbadores ao bom funcionamento
Espaço equipado com todos os recursos didáticos necessários
Mobiliário que respeite as regras de ergonomia dos formadores e dos formandos
Espaço amplo o suficiente para permitir a concretização de dinâmicas de grupo;
A formação será expositiva, com recurso a suporte audiovisual e participação ativa do aluno. Versará a apresentação e discussão de temas específicos da área, bem como o apoio ao trabalho do discente;
Assistência e participação mínima em pelo menos 75% da duração o plano curricular obrigatório;
Avaliação contínua (10%);
Avaliação sumativa modular (70%);
Trabalho final: elaboração de um projeto social (20%).
Todos os formandos que atinjam os objetivos pedagógicos definidos para a conclusão com aproveitamento, da especialização que frequentaram, obterão dois certificados de conclusão:
- O Certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP e o Certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO (Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa), em conformidade com a Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho.
O certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP, é um certificado digital e será disponíbilizado na Plataforma Moodle para download. O certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO, é emitido em formato papel, e será posteriormente, enviado via CTT – Correios de Portugal, para a morada de inscrição ou outra a definir pelo formando.
SAÍDAS PROFISSIONAIS
Os formandos poderão no final da formação exercer funções de coordenação e gestão em Instituições de Solidariedade Social, nomeadamente IPSS, Misericórdias, Mutualidades, Fundações, ONG, entre outras.
DESCRIÇÃO DA FORMAÇÃOO Decreto-Lei n.º 172-A/2014 de 14 de Novembro, define como Instituições Particulares de Solidariedade Social, as pessoas coletivas, sem finalidade lucrativa, constituídas exclusivamente por iniciativa de particulares, com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de justiça e de solidariedade, contribuindo para a efetivação dos direitos sociais dos cidadãos, desde que não sejam administradas pelo Estado ou por outro organismo público.
Existem hoje em Portugal cerca de 53000 instituições no âmbito da economia social abrangendo todo o território nacional. Estas instituições desenvolvem a sua atividade através de 9000 respostas sociais, ocupando cerca de 60 000 voluntários como dirigentes e tendo ao seu serviço mais de 300 000 trabalhadores. Em termos de impacto financeiro nas comunidades, só em remunerações dos seus trabalhadores, as IPSS transferem mensalmente para as suas contas mais de 200 milhões de euros anualmente.
Torna-se imprescindível que as pessoas que possuem cargos diretivos, de coordenação ou direção técnica sejam detentoras de competências seguras no sentido de melhor procederem à gestão das suas instituições melhorando a qualidade das respostas que prestam aos seus utentes.
SETOR SOCIAL E SOLIDÁRIO
- Sessão solene de abertura
- Abordagem dos diferentes sectores da economia: definições e conceitos
- Abordagem das áreas de atuação das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)
- As fontes de financiamentos das IPSS
- A relação das IPSS com o Estado
- A evolução histórica e contextual das associações de Economia Social
- Os estatutos que servem de base à criação de uma associação e como se procede ao seu registo
- A criação de uma Associação de Solidariedade Social - principais etapas;
ESTATUTO DAS IPSS: ENQUADRAMENTO JURÍDICO
- Estatuto de Utilidade Pública
- Abordagem ao Regime Jurídico das Organizações de Economia Social (OES)
- O Código dos Contratos Públicos e sua aplicação às diferentes entidades
- O Código do Trabalho e sua estrutura
- A Contratação Coletiva de Trabalho;
DIREITO LABORAL NAS INSTITUIÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- O conceito de Direito do Trabalho
- Breve e sintética evolução histórica do Direito do Trabalho (com referência à evolução em Portugal)
- O Código de Trabalho e sua estrutura
- Fontes do Direito do Trabalho (com especial enfoque nos IRC)
- Apresentação do CCT
- O princípio do tratamento mais favorável
- O contrato de trabalho: conceito, tipos e formalidades
- A prestação do trabalho: tempo de trabalho, horário de trabalho, mapa de horário de trabalho
- Regimes de organização de tempos de trabalho
- Trabalho suplementar e descanso compensatório
- Férias e faltas
- A proteção da parentalidade: vista geral deste regime de proteção especial
- A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE);
FISCALIDADE
- Sessão de acompanhamento
- Introdução geral ao sistema fiscal português
- Noções gerais dos vários impostos
- Regime fiscal aplicável às organizações de economia social
- Anotações sobre a relação entre os mecenas e as organizações de economia social;
CONTABILIDADE
- Explicitação da organização da informação financeira e o papel da contabilidade
- A contabilidade: funções, divisões e dinâmica patrimonial
- Abordagem aos principais mapas e conceitos: o balanço, a demonstração de resultados, o mapa de fluxo de caixa
- Estrutura conceptual da contabilidade para as Entidades do Setor Não Lucrativo (ESNL)
- Enquadramento da contabilidade das ESNL: a perspetiva económico-financeira e a perspetiva dos fluxos de caixa
- Tratamento contabilístico da informação e procedimentos contabilísticos aplicáveis
- Demonstrações financeiras do SNC – ESNL: estrutura, conteúdos e modelos
- Prestação de contas: os diferentes tipos de orçamentos e os relatórios de atividades
- Introdução ao planeamento e controlo de gestão: o planeamento estratégico e operacional
- Controlo de gestão e a sustentabilidade das organizações de economia social
- Noções gerais de contabilidade orçamental: cálculo de custos: determinantes, regimes e problemática da imputação dos custos indiretos
- Contabilidade analítica nas organizações de economia social;
EMPREENDEDORISMO SOCIAL
- O empreendedor social
- Empresa vs. Organização Social
- Modelos de negócio
- Teoria da mudança
- Desenho do plano
- Contributo do personal do branding dos empreendedores sociais e profissionais do setor da economia social;
INSPEÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- Fiscalização
- Relação entre as associações/instituições e o Instituto da Segurança Social;
SUSTENTABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- Enquadramento da sustentabilidade nas OES
- Ações práticas do âmbito da sustentabilidade
- Adaptação de soluções a casos práticos;
ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS
- Conceitos e necessidades
- Metodologias e instrumentos
- Planeamento
- Avaliação;
CANDIDATURAS A PROGRAMAS FINANCIADOS
- Sessão de acompanhamento
- Conceitos, perfis e estratégias de elaboração de diagnósticos sociais
- Introdução aos conceitos e estratégias de elaboração de projetos sociais financiados
- Diferentes perfis de candidatura
- Conceitos e estratégias de avaliação e sustentabilidade dos projetos sociais;
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E VOLUNTARIADO
- O sistema de recursos humanos
- Papéis, responsabilidades, requisitos e práticas
- Planeamento, recrutamento, seleção, acolhimento e integração
- O voluntariado e as suas especificidades;
ORGANIZAÇÃO INTERNA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
- Formação dos intervenientes
- Instrumentos de trabalho
- Relação com terceiros
- Teorias da administração
- Gestão do tempo
- Reuniões de trabalho;
GESTÃO DA QUALIDADE NAS IPSS
- Razão da implementação de um sistema de qualidade
- As vantagens na implementação do sistema
- Norma ISO 9001 ou EQUASS
- Principais alterações produzidas
- Como implementar;
MARKETING SOCIAL E COMUNICAÇÃO
- Definição de conceitos
- Apresentação de plano de comunicação e exemplos práticos
- A importância de planos de comunicação;
GESTÃO DE EQUIPAS E GESTÃO DE CONFLITOS
- Coaching de equipas
- Criação de equipas eficientes
- Técnicas de criatividade em grupo
- Definição e tipos de conflito
- O processo do conflito
- Técnicas de resolução de conflitos
- A negociação e a mediação
- A comunicação na gestão de conflitos;
ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS: ORIENTAÇÃO TUTELAR
- Orientação e esclarecimento de dúvidas relativas à elaboração do trabalho final
- Sessão solene de encerramento;
- Curriculum Vitae;
- Certificado de Habilitações;
- Declaração Comprovativa de Dados de Identificação
- Comprovativo de pagamento da taxa de inscrição.
- Análise curricular;
- Questionário motivacional;
- Ordem de chegada das candidaturas (a candidatura só é válida após o pagamento da inscrição).
TEL +351 225 026 201
TELM +351 918 081 537
CONDIÇÕES DE CANDIDATURA a) A data limite das fases de candidatura poderá ser antecipada em caso de se verificar o preenchimento do limite de vagas existentes.
b) Na eventualidade de não atingir o número mínimo de participantes, a formação poderá sofrer alteração de datas ou mesmo ser cancelada, ficando salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
c) Em caso de desistência só haverá lugar à devolução dos valores pagos quando a mesma for comunicada até 10 dias antes da data agendada para o início da formação. Ao valor a devolver será deduzido o montante respeitante a encargos financeiros suportados pelo Instituto CRIAP, nomeadamente: 5% do valor pago pelo candidato/formando quando o pagamento é feito por paypal; 1.50€ nas outras situações.
d) Da alínea anterior excluem-se as formações “confirmadas“: se o candidato desistir depois da formação ser dada como confirmada, não haverá lugar à restituição dos valores pagos.
e) Caso a candidatura não seja selecionada fica salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
f) O local de formação poderá estar sujeito a alterações por indisponibilidade do mesmo, mantendo-se sempre na mesma localidade.
g) As datas de formação são suscetíveis a alterações por imprevistos de força maior.
h) O Seguro escolar encontra-se incluído no valor da propina, em todas as especializações avançadas e cursos de longa duração presenciais e b-learning.
i) O processo de seleção de candidatos não previstos nos destinatários poderá incluir uma entrevista individual com a Coordenação Pedagógica e Científica da ação de formação.
j) Cada formação é um serviço indivisível, pelo que a inscrição em qualquer formação implica a aquisição do serviço completo. Assim, a formação tem obrigatoriamente que ser liquidada pelo seu valor total. O pagamento em prestações destina-se unicamente a facilitar o pagamento do serviço a quem não tenha disponibilidade financeira para o liquidar integralmente de uma só vez.
SETOR SOCIAL E SOLIDÁRIO
- Sessão solene de abertura
- Abordagem dos diferentes sectores da economia: definições e conceitos
- Abordagem das áreas de atuação das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)
- As fontes de financiamentos das IPSS
- A relação das IPSS com o Estado
- A evolução histórica e contextual das associações de Economia Social
- Os estatutos que servem de base à criação de uma associação e como se procede ao seu registo
- A criação de uma Associação de Solidariedade Social - principais etapas;
ESTATUTO DAS IPSS: ENQUADRAMENTO JURÍDICO
- Estatuto de Utilidade Pública
- Abordagem ao Regime Jurídico das Organizações de Economia Social (OES)
- O Código dos Contratos Públicos e sua aplicação às diferentes entidades
- O Código do Trabalho e sua estrutura
- A Contratação Coletiva de Trabalho;
DIREITO LABORAL NAS INSTITUIÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- O conceito de Direito do Trabalho
- Breve e sintética evolução histórica do Direito do Trabalho (com referência à evolução em Portugal)
- O Código de Trabalho e sua estrutura
- Fontes do Direito do Trabalho (com especial enfoque nos IRC)
- Apresentação do CCT
- O princípio do tratamento mais favorável
- O contrato de trabalho: conceito, tipos e formalidades
- A prestação do trabalho: tempo de trabalho, horário de trabalho, mapa de horário de trabalho
- Regimes de organização de tempos de trabalho
- Trabalho suplementar e descanso compensatório
- Férias e faltas
- A proteção da parentalidade: vista geral deste regime de proteção especial
- A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE);
FISCALIDADE
- Sessão de acompanhamento
- Introdução geral ao sistema fiscal português
- Noções gerais dos vários impostos
- Regime fiscal aplicável às organizações de economia social
- Anotações sobre a relação entre os mecenas e as organizações de economia social;
CONTABILIDADE
- Explicitação da organização da informação financeira e o papel da contabilidade
- A contabilidade: funções, divisões e dinâmica patrimonial
- Abordagem aos principais mapas e conceitos: o balanço, a demonstração de resultados, o mapa de fluxo de caixa
- Estrutura conceptual da contabilidade para as Entidades do Setor Não Lucrativo (ESNL)
- Enquadramento da contabilidade das ESNL: a perspetiva económico-financeira e a perspetiva dos fluxos de caixa
- Tratamento contabilístico da informação e procedimentos contabilísticos aplicáveis
- Demonstrações financeiras do SNC – ESNL: estrutura, conteúdos e modelos
- Prestação de contas: os diferentes tipos de orçamentos e os relatórios de atividades
- Introdução ao planeamento e controlo de gestão: o planeamento estratégico e operacional
- Controlo de gestão e a sustentabilidade das organizações de economia social
- Noções gerais de contabilidade orçamental: cálculo de custos: determinantes, regimes e problemática da imputação dos custos indiretos
- Contabilidade analítica nas organizações de economia social;
EMPREENDEDORISMO SOCIAL
- O empreendedor social
- Empresa vs. Organização Social
- Modelos de negócio
- Teoria da mudança
- Desenho do plano
- Contributo do personal do branding dos empreendedores sociais e profissionais do setor da economia social;
INSPEÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- Fiscalização
- Relação entre as associações/instituições e o Instituto da Segurança Social;
SUSTENTABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL
- Enquadramento da sustentabilidade nas OES
- Ações práticas do âmbito da sustentabilidade
- Adaptação de soluções a casos práticos;
ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS
- Conceitos e necessidades
- Metodologias e instrumentos
- Planeamento
- Avaliação;
CANDIDATURAS A PROGRAMAS FINANCIADOS
- Sessão de acompanhamento
- Conceitos, perfis e estratégias de elaboração de diagnósticos sociais
- Introdução aos conceitos e estratégias de elaboração de projetos sociais financiados
- Diferentes perfis de candidatura
- Conceitos e estratégias de avaliação e sustentabilidade dos projetos sociais;
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E VOLUNTARIADO
- O sistema de recursos humanos
- Papéis, responsabilidades, requisitos e práticas
- Planeamento, recrutamento, seleção, acolhimento e integração
- O voluntariado e as suas especificidades;
ORGANIZAÇÃO INTERNA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
- Formação dos intervenientes
- Instrumentos de trabalho
- Relação com terceiros
- Teorias da administração
- Gestão do tempo
- Reuniões de trabalho;
GESTÃO DA QUALIDADE NAS IPSS
- Razão da implementação de um sistema de qualidade
- As vantagens na implementação do sistema
- Norma ISO 9001 ou EQUASS
- Principais alterações produzidas
- Como implementar;
MARKETING SOCIAL E COMUNICAÇÃO
- Definição de conceitos
- Apresentação de plano de comunicação e exemplos práticos
- A importância de planos de comunicação;
GESTÃO DE EQUIPAS E GESTÃO DE CONFLITOS
- Coaching de equipas
- Criação de equipas eficientes
- Técnicas de criatividade em grupo
- Definição e tipos de conflito
- O processo do conflito
- Técnicas de resolução de conflitos
- A negociação e a mediação
- A comunicação na gestão de conflitos;
ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS: ORIENTAÇÃO TUTELAR
- Orientação e esclarecimento de dúvidas relativas à elaboração do trabalho final
- Sessão solene de encerramento;
- Curriculum Vitae;
- Certificado de Habilitações;
- Declaração Comprovativa de Dados de Identificação
- Comprovativo de pagamento da taxa de inscrição.
- Análise curricular;
- Questionário Motivacional;
- Ordem de chegada das candidaturas (a candidatura só é válida após o pagamento da inscrição).
E-MAIL info@criap.com
TEL +351 225 026 201
TELM +351 918 081 537
CONDIÇÕES DE CANDIDATURA
a) A data limite das fases de candidatura poderá ser antecipada em caso de se verificar o preenchimento do limite de vagas existentes.
b) Na eventualidade de não atingir o número mínimo de participantes, a formação poderá sofrer alteração de datas ou mesmo ser cancelada, ficando salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
c) Em caso de desistência só haverá lugar à devolução dos valores pagos quando a mesma for comunicada até 10 dias antes da data agendada para o início da formação. Ao valor a devolver será deduzido o montante respeitante a encargos financeiros suportados pelo Instituto CRIAP, nomeadamente: 5% do valor pago pelo candidato/formando quando o pagamento é feito por paypal; 1.50€ nas outras situações.
d) Da alínea anterior excluem-se as formações “confirmadas“: se o candidato desistir depois da formação ser dada como confirmada, não haverá lugar à restituição dos valores pagos.
e) Caso a candidatura não seja selecionada fica salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pelo Instituto CRIAP.
f) O local de formação poderá estar sujeito a alterações por indisponibilidade do mesmo, mantendo-se sempre na mesma localidade.
g) As datas de formação são suscetíveis a alterações por imprevistos de força maior.
h) O Seguro escolar encontra-se incluído no valor da propina, em todas as especializações avançadas e cursos de longa duração presenciais e b-learning.
i) O processo de seleção de candidatos não previstos nos destinatários poderá incluir uma entrevista individual com a Coordenação Pedagógica e Científica da ação de formação.
j) Cada formação é um serviço indivisível, pelo que a inscrição em qualquer formação implica a aquisição do serviço completo. Assim, a formação tem obrigatoriamente que ser liquidada pelo seu valor total. O pagamento em prestações destina-se unicamente a facilitar o pagamento do serviço a quem não tenha disponibilidade financeira para o liquidar integralmente de uma só vez.
Nos termos do disposto no artigo 45.º do Decreto-Lei n.º74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º107/2008, de 25 de Junho e, tendo em vista o prosseguimento de estudos para a obtenção de grau académico (Mestrado ou Doutoramento), os estabelecimentos de ensino superior poderão creditar ECTS. ...ler mais
A Especialização Avançada em Gestão de Instituições e Associações de Economia Social destina-se a profissionais e estudantes universitários, a frequentar o último ano de licenciatura e/ou mestrado integrado, em ciências humanas e sociais (serviço social, psicologia, sociologia, educação social, direito, e outros). Destina-se igualmente a dirigentes associativos, diretores técnicos, coordenadores de serviço que desempenham ou pretendam vir a desempenhar funções de gestões em instituições de economia social.
- Dotar as organizações de ferramentas, métodos e técnicas capazes de suportar o desenvolvimento de conhecimentos de gestão no âmbito da economia social. Permitindo, desta forma, que as organizações se tornem detentoras de competências específicas que lhes permitam melhorar a qualidade dos seus serviços.
- Identificar e caracterizar as várias instituições que compõem a economia social;
- Fomentar uma gestão apoiada no conceito de desenvolvimento sustentável;
- Conhecer, compreender e implementar instrumentos de gestão de recursos humanos;
- Adquirir noções relativas à aplicação do sistema de normalização contabilística;
- Compreender a legislação desta área usando-a como uma ferramenta de gestão;
- Promover a organização interna da instituição projetando a sua imagem para o exterior.
Computador funcional equipado com placa de som, microfone, colunas de som e com ligação à internet
Sala com boa luminosidade, ventilação, temperatura e isolada de ruídos perturbadores ao bom funcionamento
Espaço equipado com todos os recursos didáticos necessários
Mobiliário que respeite as regras de ergonomia dos formadores e dos formandos
Espaço amplo o suficiente para permitir a concretização de dinâmicas de grupo;
A formação será expositiva, com recurso a suporte audiovisual e participação ativa do aluno. Versará a apresentação e discussão de temas específicos da área, bem como o apoio ao trabalho do discente;
Assistência e participação mínima em pelo menos 75% da duração o plano curricular obrigatório;
Avaliação contínua (10%);
Avaliação sumativa modular (70%);
Trabalho final: elaboração de um projeto social (20%).
CERTIFICADO DE CONCLUSÃO
Todos os formandos que atinjam os objetivos pedagógicos definidos para a conclusão com aproveitamento, da especialização que frequentaram, obterão dois certificados de conclusão:
- O Certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP e o Certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO (Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa), em conformidade com a Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho.
O certificado de Especialização Avançada emitido pelo Instituto CRIAP, é um certificado digital e será disponíbilizado na Plataforma Moodle para download. O certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO, é emitido em formato papel, e será posteriormente, enviado via CTT – Correios de Portugal, para a morada de inscrição ou outra a definir pelo formando.
Os formandos poderão no final da formação exercer funções de coordenação e gestão em Instituições de Solidariedade Social, nomeadamente IPSS, Misericórdias, Mutualidades, Fundações, ONG, entre outras.
Ao abrigo do cumprimento do Decreto-Lei n.º 65/2018, o Instituto CRIAP adotou o termo de "Especialização Avançada" em todas as suas formações de longa duração, em substituição da designação da "formação pós-graduada" ou "pós-graduação", com o grande objetivo de ir ao encontro das necessidades atuais do mercado de trabalho. Pese embora se mantenha o mesmo programa curricular, o mesmo corpo docente e a máxima qualidade com os mais altos padrões de rigor e competência, pretende-se ainda criar ainda um maior enfoque na componente prática (o saber fazer). Esta alteração de denominação mantem o igual reconhecimento de ECT’s na nossa oferta formativa e constitui uma valorização curricular na admissão a concursos públicos e privados.
O Decreto-Lei n.º 172-A/2014 de 14 de Novembro, define como Instituições Particulares de Solidariedade Social, as pessoas coletivas, sem finalidade lucrativa, constituídas exclusivamente por iniciativa de particulares, com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de justiça e de solidariedade, contribuindo para a efetivação dos direitos sociais dos cidadãos, desde que não sejam administradas pelo Estado ou por outro organismo público.
Existem hoje em Portugal cerca de 53000 instituições no âmbito da economia social abrangendo todo o território nacional. Estas instituições desenvolvem a sua atividade através de 9000 respostas sociais, ocupando cerca de 60 000 voluntários como dirigentes e tendo ao seu serviço mais de 300 000 trabalhadores. Em termos de impacto financeiro nas comunidades, só em remunerações dos seus trabalhadores, as IPSS transferem mensalmente para as suas contas mais de 200 milhões de euros anualmente.
Torna-se imprescindível que as pessoas que possuem cargos diretivos, de coordenação ou direção técnica sejam detentoras de competências seguras no sentido de melhor procederem à gestão das suas instituições melhorando a qualidade das respostas que prestam aos seus utentes.
TESTEMUNHOS DOS NOSSOS FORMANDOS
Após o termino da formação chego ao fim com alguns conhecimentos adquiridos. Foi uma experiência enriquecedora ter contato com alguns formadores.
Penso que esta pós-graduação foi interessante na medida em que forneceu conhecimentos gerais básicos sobre diferentes aspetos da Economia Social
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O balanço é positivo, dado que tomei conhecimento de temáticas com as quais não estava familiarizada e tive oportunidade de partilhas de
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Realço a disponibilidade da maioria dos formadores em esclarecer dúvidas, bem como a amabilidade e simpatia durante as aulas.








