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A diversidade cultural em Portugal coloca novos desafios à intervenção social, exigindo profissionais preparados para atuar em contextos interculturais complexos. Trabalhar com comunidades migrantes implica compreender trajetórias de migração, contextos de vulnerabilidade e dinâmicas de inclusão social.
Para além do conhecimento técnico, é essencial desenvolver competências de mediação intercultural, comunicação e promoção da cidadania, garantindo intervenções éticas e centradas na pessoa.
Este curso foi concebido para capacitar profissionais para uma intervenção social eficaz com comunidades migrantes, promovendo inclusão, igualdade e participação ativa.
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em formato e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e períodos de estudo autónomo. É estruturada em 1 módulo, com uma abordagem teórico-prática que inclui análise de casos, reflexão crítica e desenvolvimento de plano de intervenção.
Neste módulo, o participante analisa a evolução dos movimentos migratórios e a realidade sociodemográfica das comunidades migrantes em Portugal, compreendendo conceitos como migração, inclusão social, diversidade cultural, interculturalidade e cidadania. São abordados o enquadramento jurídico, os fatores de vulnerabilidade e proteção, bem como o impacto das diferenças culturais na intervenção social. O participante explora estratégias de mediação intercultural, gestão de conflitos e metodologias participativas, mobilizando recursos comunitários e promovendo trabalho em rede. O participante desenvolve a competência de planear, implementar e avaliar intervenções sociais com comunidades migrantes, assentes em princípios de direitos humanos, igualdade e não discriminação.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
A intervenção social com comunidades migrantes consiste na aplicação de estratégias que promovem inclusão, integração e cidadania, considerando as especificidades culturais e sociais das populações migrantes.
Sim. A formação destina-se a profissionais que trabalham ou pretendem trabalhar com populações migrantes em contextos sociais, educativos ou comunitários.
Sim. O curso decorre em modalidade e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e sessões assíncronas de estudo autónomo. A duração total é de 37 horas:12 horas síncronas e 25 horas assíncronas.
Os participantes desenvolvem competências de intervenção social intercultural, mediação de conflitos, planeamento de projetos e promoção da inclusão social.
A formação destina-se a profissionais com enquadramento académico ou profissional nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos adicionais.
A diversidade cultural em Portugal coloca novos desafios à intervenção social, exigindo profissionais preparados para atuar em contextos interculturais complexos. Trabalhar com comunidades migrantes implica compreender trajetórias de migração, contextos de vulnerabilidade e dinâmicas de inclusão social.
Para além do conhecimento técnico, é essencial desenvolver competências de mediação intercultural, comunicação e promoção da cidadania, garantindo intervenções éticas e centradas na pessoa.
Este curso foi concebido para capacitar profissionais para uma intervenção social eficaz com comunidades migrantes, promovendo inclusão, igualdade e participação ativa.
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em formato e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e períodos de estudo autónomo. É estruturada em 1 módulo, com uma abordagem teórico-prática que inclui análise de casos, reflexão crítica e desenvolvimento de plano de intervenção.
Neste módulo, o participante analisa a evolução dos movimentos migratórios e a realidade sociodemográfica das comunidades migrantes em Portugal, compreendendo conceitos como migração, inclusão social, diversidade cultural, interculturalidade e cidadania. São abordados o enquadramento jurídico, os fatores de vulnerabilidade e proteção, bem como o impacto das diferenças culturais na intervenção social. O participante explora estratégias de mediação intercultural, gestão de conflitos e metodologias participativas, mobilizando recursos comunitários e promovendo trabalho em rede. O participante desenvolve a competência de planear, implementar e avaliar intervenções sociais com comunidades migrantes, assentes em princípios de direitos humanos, igualdade e não discriminação.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
A intervenção social com comunidades migrantes consiste na aplicação de estratégias que promovem inclusão, integração e cidadania, considerando as especificidades culturais e sociais das populações migrantes.
Sim. A formação destina-se a profissionais que trabalham ou pretendem trabalhar com populações migrantes em contextos sociais, educativos ou comunitários.
Sim. O curso decorre em modalidade e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e sessões assíncronas de estudo autónomo. A duração total é de 37 horas:12 horas síncronas e 25 horas assíncronas.
Os participantes desenvolvem competências de intervenção social intercultural, mediação de conflitos, planeamento de projetos e promoção da inclusão social.
A formação destina-se a profissionais com enquadramento académico ou profissional nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos adicionais.