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A intervenção com jovens e adultos autistas exige mais do que conhecimento técnico: requer uma compreensão profunda da neurodiversidade e uma adaptação real da relação terapêutica às necessidades da pessoa.
Muitos modelos tradicionais de intervenção continuam assentes em pressupostos neurotípicos, o que pode comprometer a eficácia do acompanhamento e dificultar a construção de uma relação terapêutica significativa.
Este curso centra-se na construção de uma relação terapêutica ética, empática e ajustada, promovendo práticas mais inclusivas e alinhadas com a experiência vivida de pessoas autistas.
A crescente consciencialização sobre o autismo em adultos tem evidenciado lacunas na formação dos profissionais, especialmente ao nível da relação terapêutica.
Compreender fenómenos como a camuflagem social, as diferenças na comunicação e as expectativas divergentes é essencial para uma intervenção eficaz.
Esta formação permite:
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em formato e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e períodos de estudo autónomo. É estruturada em 4 módulos, com uma abordagem teórico-prática que inclui análise de experiências reais, discussão de casos e reflexão crítica sobre a prática profissional.
Neste módulo, o participante explora o autismo ao longo do ciclo de vida, com foco nas manifestações na vida adulta ao nível da comunicação, interação social, interesses e comportamento. São também abordadas especificidades do autismo nas mulheres e o fenómeno da camuflagem social. O participante desenvolve a competência de compreender a diversidade de apresentações do autismo na idade adulta.
Este módulo centra-se nos percursos que levam jovens e adultos autistas ao acompanhamento terapêutico, incluindo a análise de objetivos definidos por profissionais, pela pessoa autista e pela família. São exploradas as motivações, expectativas e desafios associados ao processo terapêutico. O participante desenvolve a competência de alinhar objetivos terapêuticos com a perspetiva da pessoa autista.
No 3º módulo é aprofundada a definição, funções e importância da relação terapêutica, incluindo adaptações necessárias ao trabalho com pessoas autistas. São abordados temas como camuflagem social, ética, autenticidade, transparência e consentimento informado. O participante desenvolve a competência de construir relações terapêuticas ajustadas, empáticas e eticamente fundamentadas.
O último módulo é dedicado ao testemunho de uma adulta autista e à análise da sua experiência terapêutica, incluindo comunicação adaptada, escuta ativa e co-construção de objetivos. São também exploradas barreiras invisíveis associadas a preconceitos e normas neurotípicas, com análise de estudos de caso. O participante desenvolve a competência de integrar a perspetiva da pessoa autista na prática clínica e social.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
A relação terapêutica no autismo refere-se à construção de um vínculo baseado na compreensão da neurodiversidade, na adaptação da comunicação e no respeito pela experiência da pessoa autista.
Sim. A formação destina-se a profissionais que trabalham com jovens e adultos autistas e pretendem melhorar a qualidade da sua intervenção.
Sim. O curso decorre em modalidade e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e sessões assíncronas de estudo autónomo. A duração total é de 25 horas: 8 horas síncronas e 17 horas assíncronas.
Os participantes desenvolvem competências na construção da relação terapêutica, comunicação adaptada, escuta ativa e intervenção centrada na pessoa autista.
A formação destina-se a profissionais com enquadramento académico ou profissional nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos adicionais além desse enquadramento.
A intervenção com jovens e adultos autistas exige mais do que conhecimento técnico: requer uma compreensão profunda da neurodiversidade e uma adaptação real da relação terapêutica às necessidades da pessoa.
Muitos modelos tradicionais de intervenção continuam assentes em pressupostos neurotípicos, o que pode comprometer a eficácia do acompanhamento e dificultar a construção de uma relação terapêutica significativa.
Este curso centra-se na construção de uma relação terapêutica ética, empática e ajustada, promovendo práticas mais inclusivas e alinhadas com a experiência vivida de pessoas autistas.
A crescente consciencialização sobre o autismo em adultos tem evidenciado lacunas na formação dos profissionais, especialmente ao nível da relação terapêutica.
Compreender fenómenos como a camuflagem social, as diferenças na comunicação e as expectativas divergentes é essencial para uma intervenção eficaz.
Esta formação permite:
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em formato e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e períodos de estudo autónomo. É estruturada em 4 módulos, com uma abordagem teórico-prática que inclui análise de experiências reais, discussão de casos e reflexão crítica sobre a prática profissional.
Neste módulo, o participante explora o autismo ao longo do ciclo de vida, com foco nas manifestações na vida adulta ao nível da comunicação, interação social, interesses e comportamento. São também abordadas especificidades do autismo nas mulheres e o fenómeno da camuflagem social. O participante desenvolve a competência de compreender a diversidade de apresentações do autismo na idade adulta.
Este módulo centra-se nos percursos que levam jovens e adultos autistas ao acompanhamento terapêutico, incluindo a análise de objetivos definidos por profissionais, pela pessoa autista e pela família. São exploradas as motivações, expectativas e desafios associados ao processo terapêutico. O participante desenvolve a competência de alinhar objetivos terapêuticos com a perspetiva da pessoa autista.
No 3º módulo é aprofundada a definição, funções e importância da relação terapêutica, incluindo adaptações necessárias ao trabalho com pessoas autistas. São abordados temas como camuflagem social, ética, autenticidade, transparência e consentimento informado. O participante desenvolve a competência de construir relações terapêuticas ajustadas, empáticas e eticamente fundamentadas.
O último módulo é dedicado ao testemunho de uma adulta autista e à análise da sua experiência terapêutica, incluindo comunicação adaptada, escuta ativa e co-construção de objetivos. São também exploradas barreiras invisíveis associadas a preconceitos e normas neurotípicas, com análise de estudos de caso. O participante desenvolve a competência de integrar a perspetiva da pessoa autista na prática clínica e social.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
A relação terapêutica no autismo refere-se à construção de um vínculo baseado na compreensão da neurodiversidade, na adaptação da comunicação e no respeito pela experiência da pessoa autista.
Sim. A formação destina-se a profissionais que trabalham com jovens e adultos autistas e pretendem melhorar a qualidade da sua intervenção.
Sim. O curso decorre em modalidade e-learning, com sessões síncronas em sala virtual e sessões assíncronas de estudo autónomo. A duração total é de 25 horas: 8 horas síncronas e 17 horas assíncronas.
Os participantes desenvolvem competências na construção da relação terapêutica, comunicação adaptada, escuta ativa e intervenção centrada na pessoa autista.
A formação destina-se a profissionais com enquadramento académico ou profissional nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos adicionais além desse enquadramento.