Desconto Associado
O Curso de Técnico de Apoio à Vítima sistematiza os fundamentos, o enquadramento legal e as práticas profissionais necessárias ao apoio técnico direto a vítimas e sobreviventes de violência doméstica e de género. A formação parte das dimensões de poder, género e violência, aprofundando conceitos, representações sociais e instrumentos de intervenção.
Ao longo do curso, os formandos desenvolvem competências para atendimento, acompanhamento e encaminhamento, com foco na avaliação e gestão do risco, na prevenção da revitimização institucional e na construção de respostas técnicas centradas na proteção e bem-estar da vítima.
A formação segue o referencial definido pela CIG e cumpre o requisito de 90 horas de formação previsto no Despacho n.º 6810-A/2010 para habilitação como Técnico/a de Apoio à Vítima.
A frequência ou conclusão neste curso confere um desconto de 30% sobre o valor base do Curso em Suporte Básico de Vida: Desfibrilhação Automática Externa (SBV-DAE).
Ao longo da formação irá:
Esta formação é estruturada em 5 módulos, em formato e-learning.
A formação combina teoria com práticas aplicadas, incluindo a análise e discussão de casos reais
As sessões são divididas entre atividades assíncronas, que envolvem estudo autónomo e revisão de materiais didáticos, e sessões síncronas, onde os formandos participam em aulas virtuais interativas conduzidas pelos formadores para aprofundar o conhecimento e debater casos práticos.
Este módulo aborda o percurso histórico da desigualdade entre homens e mulheres, os movimentos sociais que promoveram mudanças políticas, jurídicas e culturais, e os principais instrumentos internacionais de direitos humanos, incluindo a CEDAW e a Convenção de Istambul. Integra ainda a Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual, as construções sociais de género e conceitos fundamentais de violência e discriminação.
O módulo introduz a vitimologia no contexto da violência doméstica, clarificando conceitos como violência contra as mulheres, violência de género, violência doméstica, relações de intimidade e violência no namoro. Analisa representações sociais, modelos explicativos das dinâmicas abusivas, fatores de risco e proteção, interseccionalidade e impactos da violência em diferentes níveis.
Este módulo apresenta estatísticas criminais e administrativas, enquadrando o crime de violência doméstica previsto no artigo 152.º do Código Penal. Aborda o processo de denúncia, o Estatuto da Vítima, o acesso ao direito e aos tribunais, medidas cautelares, medidas de coação, suspensão provisória do processo, pedido de indemnização civil, mecanismos de proteção e matérias conexas como responsabilidades parentais, divórcio e união de facto.
O módulo centra-se na operacionalização da intervenção através do Portal da Violência Doméstica e da RNAVVD, com foco no trabalho em rede multidisciplinar e territorializado. Clarifica o papel, perfil e competências do/a técnico/a de apoio à vítima, abordando atendimento, acompanhamento, encaminhamento, intervenção em crise, trauma, resiliência, coping, prevenção da revitimização institucional e elaboração de planos de segurança individualizados.
Este módulo inclui formação prática e supervisionada em cenários de atendimento a vítimas, em contexto presencial, telefónico e digital. Dá destaque à comunicação centrada na vítima, à documentação técnica, à articulação com entidades competentes e à implementação de planos de segurança ajustados às necessidades e ao nível de risco de cada situação.
Destina-se a:
A frequência ou conclusão neste curso confere um desconto de 30% sobre o valor base do Curso em Suporte Básico de Vida: Desfibrilhação Automática Externa (SBV-DAE).
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
O curso aborda poder, género e violência, conceitos de violência doméstica e de género, regime jurídico, intervenção técnica, avaliação e gestão do risco e prática simulada de atendimento.
Sim. O curso cumpre o requisito da alínea b), ponto 1, do Despacho n.º 6810-A/2010, seguindo o referencial de formação definido pela CIG.
A formação é apresentada em formato e-learning, com atividades assíncronas e sessões síncronas em sala virtual.
Sim. O curso inclui práticas aplicadas, discussão de casos reais e um módulo de prática simulada de atendimento, acompanhamento e encaminhamento.
Sim. Certificado de conclusão do Instituto CRIAP, certificado de formação profissional via SIGO, certificação DGERT e acreditação OPP.
Após concluir a formação em Intervenção na Violência Doméstica, os profissionais podem integrar estruturas da RNAVVD, autarquias, IPSS/ONG, serviços de saúde e educação, gabinetes de apoio e projetos comunitários. Estão preparados para desempenhar funções de atendimento, acompanhamento, encaminhamento, coordenação de projetos e formação/sensibilização, aplicando a legislação e a evidência científica em procedimentos operacionais que reforçam a proteção e o trabalho em rede com vítimas e sobreviventes.
O Curso de Técnico de Apoio à Vítima sistematiza os fundamentos, o enquadramento legal e as práticas profissionais necessárias ao apoio técnico direto a vítimas e sobreviventes de violência doméstica e de género. A formação parte das dimensões de poder, género e violência, aprofundando conceitos, representações sociais e instrumentos de intervenção.
Ao longo do curso, os formandos desenvolvem competências para atendimento, acompanhamento e encaminhamento, com foco na avaliação e gestão do risco, na prevenção da revitimização institucional e na construção de respostas técnicas centradas na proteção e bem-estar da vítima.
A formação segue o referencial definido pela CIG e cumpre o requisito de 90 horas de formação previsto no Despacho n.º 6810-A/2010 para habilitação como Técnico/a de Apoio à Vítima.
A frequência ou conclusão neste curso confere um desconto de 30% sobre o valor base do Curso em Suporte Básico de Vida: Desfibrilhação Automática Externa (SBV-DAE).
Ao longo da formação irá:
Esta formação é estruturada em 5 módulos, em formato e-learning.
A formação combina teoria com práticas aplicadas, incluindo a análise e discussão de casos reais
As sessões são divididas entre atividades assíncronas, que envolvem estudo autónomo e revisão de materiais didáticos, e sessões síncronas, onde os formandos participam em aulas virtuais interativas conduzidas pelos formadores para aprofundar o conhecimento e debater casos práticos.
Este módulo aborda o percurso histórico da desigualdade entre homens e mulheres, os movimentos sociais que promoveram mudanças políticas, jurídicas e culturais, e os principais instrumentos internacionais de direitos humanos, incluindo a CEDAW e a Convenção de Istambul. Integra ainda a Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual, as construções sociais de género e conceitos fundamentais de violência e discriminação.
O módulo introduz a vitimologia no contexto da violência doméstica, clarificando conceitos como violência contra as mulheres, violência de género, violência doméstica, relações de intimidade e violência no namoro. Analisa representações sociais, modelos explicativos das dinâmicas abusivas, fatores de risco e proteção, interseccionalidade e impactos da violência em diferentes níveis.
Este módulo apresenta estatísticas criminais e administrativas, enquadrando o crime de violência doméstica previsto no artigo 152.º do Código Penal. Aborda o processo de denúncia, o Estatuto da Vítima, o acesso ao direito e aos tribunais, medidas cautelares, medidas de coação, suspensão provisória do processo, pedido de indemnização civil, mecanismos de proteção e matérias conexas como responsabilidades parentais, divórcio e união de facto.
O módulo centra-se na operacionalização da intervenção através do Portal da Violência Doméstica e da RNAVVD, com foco no trabalho em rede multidisciplinar e territorializado. Clarifica o papel, perfil e competências do/a técnico/a de apoio à vítima, abordando atendimento, acompanhamento, encaminhamento, intervenção em crise, trauma, resiliência, coping, prevenção da revitimização institucional e elaboração de planos de segurança individualizados.
Este módulo inclui formação prática e supervisionada em cenários de atendimento a vítimas, em contexto presencial, telefónico e digital. Dá destaque à comunicação centrada na vítima, à documentação técnica, à articulação com entidades competentes e à implementação de planos de segurança ajustados às necessidades e ao nível de risco de cada situação.
Destina-se a:
A frequência ou conclusão neste curso confere um desconto de 30% sobre o valor base do Curso em Suporte Básico de Vida: Desfibrilhação Automática Externa (SBV-DAE).
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
O curso aborda poder, género e violência, conceitos de violência doméstica e de género, regime jurídico, intervenção técnica, avaliação e gestão do risco e prática simulada de atendimento.
Sim. O curso cumpre o requisito da alínea b), ponto 1, do Despacho n.º 6810-A/2010, seguindo o referencial de formação definido pela CIG.
A formação é apresentada em formato e-learning, com atividades assíncronas e sessões síncronas em sala virtual.
Sim. O curso inclui práticas aplicadas, discussão de casos reais e um módulo de prática simulada de atendimento, acompanhamento e encaminhamento.
Sim. Certificado de conclusão do Instituto CRIAP, certificado de formação profissional via SIGO, certificação DGERT e acreditação OPP.
Após concluir a formação em Intervenção na Violência Doméstica, os profissionais podem integrar estruturas da RNAVVD, autarquias, IPSS/ONG, serviços de saúde e educação, gabinetes de apoio e projetos comunitários. Estão preparados para desempenhar funções de atendimento, acompanhamento, encaminhamento, coordenação de projetos e formação/sensibilização, aplicando a legislação e a evidência científica em procedimentos operacionais que reforçam a proteção e o trabalho em rede com vítimas e sobreviventes.