Desconto Associado
Trabalhar na área do bem-estar animal exige muito mais do que amor aos animais. Exige saber o que fazer quando uma família em situação de crise não consegue cuidar do seu cão. Quando um abrigo está lotado e os recursos esgotaram. Quando a lei diz uma coisa e a realidade diz outra.
Esta especialização parte de uma premissa clara: os animais e as pessoas que os rodeiam não podem ser tratados como problemas separados. A formação integra gestão, legislação, serviço social e intervenção comunitária numa abordagem que prepara os profissionais para agir, com competência, com ética e com impacto real.
A legislação evoluiu. A consciência social também. O que ainda não acompanhou esse ritmo são os profissionais com formação para traduzir tudo isso em ação concreta. Técnicos de autarquias que não sabem como articular com associações. Gestores de abrigos sem ferramentas de captação de financiamento. Assistentes sociais que chegam a situações de vulnerabilidade humana e animal sem saber como responder a ambos ao mesmo tempo. Esta é a sua oportunidade.
Esta formação permite:
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em regime e-learning, combinando sessões síncronas com estudo autónomo.
A abordagem é teórico-prática, com análise de casos reais, discussão de estratégias interinstitucionais e desenvolvimento de ferramentas diretamente aplicáveis ao contexto profissional de cada formando.
Definição e objetivos do serviço social animal. O papel dos animais na sociedade contemporânea e a sua relação histórica, cultural e simbólica com os humanos. O impacto social, emocional e económico da convivência com animais e boas práticas nacionais e internacionais de políticas públicas e intervenção comunitária.
Benefícios dos animais na saúde física e na prevenção de doenças. Integração nos cuidados de saúde primários. Apoio emocional e mental proporcionado pelos animais e casos práticos de terapia assistida por animais.
O ciclo de vulnerabilidade entre pessoas e animais. Causas, consequências e enquadramento social do abandono animal. Estratégias de prevenção, proteção de populações vulneráveis e campanhas de sensibilização.
Direitos fundamentais e proteção de populações vulneráveis. Evolução do regime jurídico em Portugal e na União Europeia. Responsabilidades dos tutores e das organizações. Licenciamento, fiscalização e enquadramento normativo.
Conceitos modernos de abrigo animal: da proteção ao bem-estar holístico. Gestão operacional e financeira. Envolvimento da comunidade local na proteção animal. Exemplos internacionais de inovação na gestão de abrigos e a importância da transparência e das campanhas de adoção.
Oportunidades de financiamento para projetos ligados a abrigos e iniciativas comunitárias. Ferramentas para a elaboração de projetos bem-sucedidos, desde a identificação de fundos até à construção de candidaturas viáveis.
Parcerias entre abrigos, autarquias e organizações sociais. Estratégias de comunicação e mediação com diferentes stakeholders. Metodologias inovadoras para apoiar famílias com animais e articulação entre abrigos, instituições públicas e programas sociais.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
Sim. A formação inclui análise de casos práticos e exemplos nacionais e internacionais de gestão de abrigos, intervenção comunitária e articulação institucional. O foco está na aplicação direta no contexto profissional de cada formando.
Destina-se a assistentes sociais, veterinários, técnicos de autarquias, responsáveis de abrigos, membros de ONGs e profissionais das áreas de gestão, direito, saúde e intervenção comunitária. Também a finalistas de formação superior nas áreas referidas.
Sim. O curso decorre em formato e-learning, com sessões síncronas e assíncronas, o que permite gerir o estudo de forma flexível e compatível com a vida profissional.
Sim. São emitidos dois certificados: pelo Instituto CRIAP e pela Plataforma SIGO, reconhecidos nos termos legais em vigor.
A formação destina-se a profissionais com percurso académico nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos específicos além do enquadramento profissional ou académico na área.
Trabalhar na área do bem-estar animal exige muito mais do que amor aos animais. Exige saber o que fazer quando uma família em situação de crise não consegue cuidar do seu cão. Quando um abrigo está lotado e os recursos esgotaram. Quando a lei diz uma coisa e a realidade diz outra.
Esta especialização parte de uma premissa clara: os animais e as pessoas que os rodeiam não podem ser tratados como problemas separados. A formação integra gestão, legislação, serviço social e intervenção comunitária numa abordagem que prepara os profissionais para agir, com competência, com ética e com impacto real.
A legislação evoluiu. A consciência social também. O que ainda não acompanhou esse ritmo são os profissionais com formação para traduzir tudo isso em ação concreta. Técnicos de autarquias que não sabem como articular com associações. Gestores de abrigos sem ferramentas de captação de financiamento. Assistentes sociais que chegam a situações de vulnerabilidade humana e animal sem saber como responder a ambos ao mesmo tempo. Esta é a sua oportunidade.
Esta formação permite:
Ao longo da formação irá:
A formação decorre em regime e-learning, combinando sessões síncronas com estudo autónomo.
A abordagem é teórico-prática, com análise de casos reais, discussão de estratégias interinstitucionais e desenvolvimento de ferramentas diretamente aplicáveis ao contexto profissional de cada formando.
Definição e objetivos do serviço social animal. O papel dos animais na sociedade contemporânea e a sua relação histórica, cultural e simbólica com os humanos. O impacto social, emocional e económico da convivência com animais e boas práticas nacionais e internacionais de políticas públicas e intervenção comunitária.
Benefícios dos animais na saúde física e na prevenção de doenças. Integração nos cuidados de saúde primários. Apoio emocional e mental proporcionado pelos animais e casos práticos de terapia assistida por animais.
O ciclo de vulnerabilidade entre pessoas e animais. Causas, consequências e enquadramento social do abandono animal. Estratégias de prevenção, proteção de populações vulneráveis e campanhas de sensibilização.
Direitos fundamentais e proteção de populações vulneráveis. Evolução do regime jurídico em Portugal e na União Europeia. Responsabilidades dos tutores e das organizações. Licenciamento, fiscalização e enquadramento normativo.
Conceitos modernos de abrigo animal: da proteção ao bem-estar holístico. Gestão operacional e financeira. Envolvimento da comunidade local na proteção animal. Exemplos internacionais de inovação na gestão de abrigos e a importância da transparência e das campanhas de adoção.
Oportunidades de financiamento para projetos ligados a abrigos e iniciativas comunitárias. Ferramentas para a elaboração de projetos bem-sucedidos, desde a identificação de fundos até à construção de candidaturas viáveis.
Parcerias entre abrigos, autarquias e organizações sociais. Estratégias de comunicação e mediação com diferentes stakeholders. Metodologias inovadoras para apoiar famílias com animais e articulação entre abrigos, instituições públicas e programas sociais.
Destina-se a:
Os formandos que concluam com aproveitamento obtêm:
Formação desenvolvida por entidade formadora certificada pela DGERT.
Sim. A formação inclui análise de casos práticos e exemplos nacionais e internacionais de gestão de abrigos, intervenção comunitária e articulação institucional. O foco está na aplicação direta no contexto profissional de cada formando.
Destina-se a assistentes sociais, veterinários, técnicos de autarquias, responsáveis de abrigos, membros de ONGs e profissionais das áreas de gestão, direito, saúde e intervenção comunitária. Também a finalistas de formação superior nas áreas referidas.
Sim. O curso decorre em formato e-learning, com sessões síncronas e assíncronas, o que permite gerir o estudo de forma flexível e compatível com a vida profissional.
Sim. São emitidos dois certificados: pelo Instituto CRIAP e pela Plataforma SIGO, reconhecidos nos termos legais em vigor.
A formação destina-se a profissionais com percurso académico nas áreas indicadas. Não são exigidos pré-requisitos específicos além do enquadramento profissional ou académico na área.