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“Não se educam as crianças para a morte”

12 JUL 2017

José Pinto da Costa e o Instituto CRIAP estiveram na Madeira com o Curso Intensivo Morte, Autópsia e Toxicodependência. O professor referiu que existe uma grande “falta de cultura” em relação à temática da Morte.

 

O DN fez a cobertura deste evento, com um artigo de Sandra da Silva Gonçalves. Leia um excerto do mesmo.

 

"A morte está presente no dia-a-dia das pessoas, mas ninguém está preparado para lidar com ela. Até porque, de acordo com o professor e médico José Pinto da Costa, existe uma grande “falta de cultura” em relação a esta temática. Ideia referida no âmbito do Curso Intensivo ‘Morte, Autópsia e Toxicodependência’ que decorreu na Madeira.

“A morte é uma coisa que praticamente não existe. As pessoas não querem falar nem reflectir sobre este assunto e não se educam as crianças para o facto de que um dia irão morrer e que devem viver em conformidade com um determinado destino de escolha”, disse (…) no curso intensivo, intitulado ‘Morte, Autópsia e Toxicodependência’, que se realizou, durante dois dias, na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.

O especialista referiu que em relação à eutanásia, que ainda é um assunto discutível, esta “continua a ser um crime” em Portugal. No futuro, apesar de ninguém saber o que irá acontecer, disse que não sabe se irá ocorrer a “despenalização total” em certos casos, como acontece com o aborto. Mas, para já e enquanto isso não mudar, “é um homicídio”.

Sobre a toxicodependência, José Pinto da Costa afirmou que o grande problema é a falta de informação. E, por isso, tendo em conta que este é um flagelo que afecta cada vez mais pessoas, sobretudo jovens, é importante “esclarecer as acções que as drogas têm sobre o organismo humano”

(…)

O curso, promovido pelo CRIAP, esteve destinado a polícias, profissionais da área da saúde e juristas, num total de 100 pessoas, que tiveram a oportunidade de enriquecer os seus conhecimentos com o nome maior da Medicina Legal, que possui um currículo invejável.” 

 

 

 

Veja aqui o artigo completo

Fonte: dnoticias.pt

Autoria: Sandra da Silva Gonçalves, Funchal, 9 de julho

 

 

 

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